Briosa

Almendrados

Os Almendrados são um doce conventual da doçaria portuguesa, constituídos à base amêndoas e clara de ovo, feitos sobre folha de hóstia.

Amêndoas e Confeites

Produto feito com calda de açúcar. Para tomar coloração característica são usados vários corantes. Nasce da cristalização do açúcar, mediante o seu aquecimento e rotação.

conheça a história destes doces

Arrufada de Coimbra

Espécie de pão doce de formato redondo e de origem conventual. A decoração pode ser em forma de coroa, ou seja com uma argola de massa na superfície. Antigamente, tinha uma decoração mais pretensiosa, sendo “enfeitada” com massa de farinha, formando fitas rendilhadas, estrelas, passarinhos, cercaduras, rosetas, flores, entre outras.

conheça a história deste doce

Barrigas de Freira

As barrigas de freira são consideradas um doce regional, com a forma peculiar de meia-lua e que resulta de uma combinação perfeita de uma massa tenra com um recheio de ovos. Este doce de ovos tem na sua essência amêndoa moída, o que lhe confere um sabor muito característico e irresistível.

Castanhas de Ovos

As Castanhas de Ovos são um produto baseado no fabrico da Massa dos Ovos Moles, mas com características muito próprias e distintas. As margens do Rio Vouga que são ricas em Castanheiros e a conhecida Massa de Ovos Moles originaram, em parte, a atribuição deste nome. Todo o processo de fabrico das Castanhas de Ovos é do mais tradicional possível.

Cavacas Altas

Bolo seco e oco á base de farinha, óleo e ovos, posteriormente barrado com claras e açúcar. Sobre a origem deste doce existe uma lenda referindo que na Idade Média, uma senhora ao preparar a boda de casamento da sua filha confeccionou um bolo. No entanto, o casamento foi adiado devido a uma peste. Dadas as suas parcas possibilidades económicas, tentou conservar o bolo até à data do casamento, pelo que lhe retirou a parte de cima, molhando a restante numa calda de açúcar. Este seria o segredo que lhe restituiu a frescura perdida e fazendo as delícias de todos os convidados. Em termos documentais este bolo surge associado a muitos conventos, incluindo aos de Coimbra. Tal como sucede com os pastéis de Santa Clara ou com o manjar branco, a diferença reside, em alguns dos seus ingredientes, na sua confecção e no seu formato.

Galantina de Frutas

Este é uma das especialidades mais emblemáticas da Pastelaria Briosa, que a apresenta diariamente ao público há mais de 40 anos. Bolo muito rico em frutas secas e cristalizadas com um toque de bebidas espirituosas que lhe confere um aroma e paladar inconfundível.

Hóstias Conventuais

A utilização da obreia, produto de que se fabricam as hóstias, é típica dos doces de origem conventual. E, como todos os doces conventuais, não é possível estabelecer com precisão a época da sua invenção. A Hóstia Conventual consiste numa mistura de doce de ovos com amêndoa e chila colocada entre dois discos de folha de hóstia que vai a dourar ao forno. É um doce requintado e delicado que faz as delicias dos paladares mais exigentes…

Natas da Briosa

Pastéis de nata encontrámos por todo o lado, mas, os da Pastelaria Briosa são especiais, tanto em tamanho como em sabor. São de encher as medidas! Venha confirmar…

Nevadas de Penacova

Pequenos bolos cuja base é uma massa de farinha de trigo, com recheio de doce de ovos e cobertas com uma fina película de açúcar branco, parecendo neve.

Ovos Moles

Os Ovos Moles de Aveiro são uma referência na Gastronomia Tradicional Portuguesa, oriundos do Convento de Jesus de Aveiro. A tradição do seu fabrico, aquando da extinção dos conventos, no século XIX, manteve-se através das senhoras que haviam sido educadas nesses conventos e que transmitiram, de geração em geração, o segredo do seu fabrico.

São obtidos pela junção de gema de ovo cru a uma calda de açúcar de cana branco refinado, com suave cozedura e envolvência. Apresentam-se envolvidos em hóstia com formas marinhas.

Pasteis de Lorvão

Feitos de massa de miolo de amêndoa, com açúcar, ovos e canela q.b. gozam de merecida reputação e têm origem conventual.

Pasteis de Sta. Clara

Pastel em forma de meia lua à base de uma massa tenra, recheado de doce de ovos e amêndoa. Confeccionado em forno. No final são polvilhados com açúcar em pó.

conheça a história deste doce

Pasteis de Tentúgal

Doce de origem conventual, cuja massa é obtida a partir da junção de água com farinha e cujo recheio resulta da mistura de gema e ovo com uma calda de açúcar, ficando consistente. Apresenta-se em forma de palito ou de meia-lua, ou suas miniaturas, polvilhado com açúcar, em pó ou granulado, e canela (esta só é usada no formato meia-lua). A massa falhada é fina, de cor castanho-dourada, apresentando cristas de cor mais escura. O recheio é amarelo-acastanhado, tem sabor a ovo, açúcar e canela e funde-se na boca.

Queijadas de Pereira

Esta queijada é um doce tradicional da freguesia de Pereira e a sua origem perde-se nos tempos sendo já referenciada no Foral Manuelino, concedido a Pereira em 1513.

Tem como ingredientes queijo fresco, gemas, açúcar e farinha. A massa é feita com farinha, manteiga, água e sal e amassada à mão. Enquanto a massa descansa durante cerca de 30 minutos, faz-se o recheio. As folhas de massa são esticadas, cartilhadas e enchidas com o recheio. Cada queijada é moldada manualmente, ficando com sete bicos. Posteriormente é cozida em forno de lenha a 250ºC. Devem ficar bem louras para adquirirem todo o seu sabor natural. Saem do forno e são colocadas num tabuleiro viradas para baixo, para perderem o fole da cozedura. Depois de frias, são escovadas para retirar o excedente da farinhe e embaladas às, dúzias ou às meias dúzias, em cartuchos de papel.

Queijadas de Tentúgal

Doce com uma forma muito peculiar e um sabor muito requintado e sublime, são considerados doces conventuais, dado que a sua origem remonta aos conventos existentes na vila de Tentúgal. O seu nome advém do seu principal ingrediente – o queijo, que associado aos restantes ingredientes (farinha, ovos, açúcar, leite e água) lhe confere um sabor único e delicioso…

Suspiros

Produto à base de claras batidas em castelo e açúcar. Doce comum em muitos conventos. Uma vez que na base da doçaria conventual constavam muitas gemas de ovos, para aproveitamento das claras foi criada esta iguaria. A sua designação permanece associada ao carácter sensual que envolvia esta prática.

Talhadas de Príncipe

Fatias de arrufada de Coimbra, cobertas com doce de ovos e calda de açúcar. Originariamente, surgiram como forma de aproveitamento das arrufadas já endurecidas. Estas eram cortadas às fatias, envolvidas em doce de ovos e revestidas com calda de açúcar. Historicamente, surgem ligadas ao Mosteiro de Celas de Coimbra. Desta forma, as religiosas conseguiram reinventar, através de um bolo seco e “pobre”, um doce requintado, incluindo a própria designação. Actualmente, mantém-se o receituário e o modo de produção, porém, são confeccionadas com arrufada fresca.